domingo, 15 de julho de 2012

POESIA COLETIVA - OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA

Nesta oficina produzimos nossa poesia coletiva com o tema: O LUGAR ONDE VIVO. O objetivo da atividade era produzir um poema coletivo sobre o local onde vivem os alunos.

Boa vista-RR, 12 de julho de 2012.

Olimpíada Brasileira da Língua Portuguesa

Poesia Coletiva

MINHA CIDADE BOA DE VIVER

Minha cidade
Chama-se Boa Vista
É um lugar
Bom de viver
Venha você
também conhecer.
                        
Ela foi uma fazenda
Cheia de gado
Depois passou a ser
Município abençoado.
Foi também capital
Do Território Federal
Hoje é especial
De Roraima capital.

O Rio Branco
É nosso cartão postal
É a felicidade
Da nossa capital
Nele as pessoas
Passeiam de barco
Pescam vários peixes
E nadam com eles.

A cultura boavistense
É muito diversificada
Tem artesanatos e festas
E todas diferenciadas.
A culinária boavistense
É muito saborosa
Tem peixe de todo jeito
E uma paçoca gostosa.

Os povos que vivem aqui
Vieram de todo lugar
De todos os cantos do Brasil
Norte, nordeste, sudeste
Sul e centro-oeste
Os índios desta região
São os que já viviam aqui
Comendo um gostoso tambaqui.

Nossa cidade é toda arborizada
É a mais verdejante do país
Tem campos, lavrados
Cerrados e igarapés.
Tem árvores e plantas
A palmeira do Buriti
Tem animais de todo tipo
Macacos, jacarés e sucuris.

Os pontos turísticos
Embelezam esta capital
O Garimpeiro, a Ponte dos Macuxis
A Praça das Águas
A Orla Taumanã
O portal do Milênio,
O Parque Anauá
Com seu lago espetacular.

Boa vista é nossa riqueza
A cidade do nosso coração
É aqui que vivemos
Com muita emoção
Essa nossa terra
Amamos do fundo do coração.

Poesia Coletiva produzida para  Olimpíada Brasileira da
 Língua Portuguesa pelos alunos do 5º ano “A” da Escola Municipal 
Vovô Dandãe  juntamente com o professor Arthur Magalhães.









PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO - SHOW DE TALENTOS

No encerramento do semestre o Programa Mais Educação realizou um "Show de Talentos". A iniciativa das professoras responsáveis, revelou que de fato  existem em nossa escola crianças com muito potencial artístico. Quero destacar a participação dos alunos do 5º ano que cantaram, tocaram flauta, dançaram músicas coreografadas, entre outras atividades. Aos alunos e as professoras do MAIS EDUCAÇÃO o meu parabéns.E que venham outros Show de talentos...

Apresentação do Coral

ESTUDO SOBRE O LUGAR ONDE VIVO - OLÍMPIADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA

 Nesta oficina fiz a leitura do Livro: "Boa Vista, boa de viver" de Aimberê Freitas com ilustrações de Marco Aurélio R. Oliveira e fotografias e Orib Ziedson. Com a audição da história os alunos puderam ter outras informação sobre nossa história, que também encontramos na pesquisa realizada na internet e no estudo de vídeos.


Leitura do livro realizada para os alunos

 Abaixo veja um trecho de uma resenha do livro disponível no site:http://www.roraimaemfoco.com/colunistas/variedades-mainmenu-48/1116-livro-infantil-conta-a-hist-de-boa-vista.html

Link: Livro infantil conta a história de Boa Vista
Livro infantil conta a história de Boa Vista

 O livro Boa Vista, boa de viver, de Aimberê Freitas com ilustrações de Marco Aurélio R. Oliveira e fotografias e Orib Ziedson, será lançado nesta sexta-feira,28, às 18h,  no Hotel Aipana. Os autores estarão presentes numa noite de autógrafos.
O livro conta que tudo começou em volta de uma fazenda de gado do Capitão Inácio Magalhães e da Igreja Matriz. Nascida às margens do rio Branco - o maior afluente do rio Negro - a única capital totalmente no hemisfério norte, foi fundada em 1830, pelo Capitão Inácio, mas só tornou-se  cidade em 1890.
A capital narra sua história: "Quando me tornei capital do Território Federal do Rio Branco, um engenheiro carioca, Dr. Darci, traçou meu perfil, igualzinho ao que mantenho hoje. Eu cresci, tornei-me grande e orgulho-me quando dizem que sou 'Boa Vista, boa de viver'. Aquele engenheiro, segundo dizem, inspirou-se na Praça do Arco do Triunfo de Paris para fazer o meu traçado". Este belo livro, que  faz parte da Coleção Nossa Capital da Cortez Editora, descreve a história de Boa Vista em todas suas etapas de fazenda a capital do Estado, e sobre seus habitantes: o homem branco, que trouxe consigo o boi e o cavalo e que ensinou o índio a montar, que se tornou vaqueiro e depois  garimpeiro, uma rica mescla de personagens e costumes até os dias atuais.

POETAS BRASILEIROS

No desenvolvimento das oficinas da Olimpíada da Língua Portuguesa os alunos divididos em grupo fizeram pesquisa, cartazes e apresentação sobre 5 poetas brasileiros:
Manuel Bandeira, Cora Coralina, Mario Quintana, Carlos Drumond de Andrade e Cecília Meireles.

Veja abaixo as fotos das atividades.






  

terça-feira, 10 de julho de 2012

SELO CAIMBÉ NA ESCOLA - LIXO

Iniciamos hoje a pesquisa no laboratório de informática sobre o LIXO. O estudo faz parte do projeto "Selo Caimbé", uma iniciativa da Prefeitura de Boa Vista atraves da SMEC para trabalhar na escola a importância do cuidado com o meio ambiente.




Fizemos a pesquisa no site: http://www.smartkids.com.br

LIXO NO LIXO


Lixo no Lixo  Dá para acreditar que uma única pessoa produz em média 1,5 Kg de lixo por dia? Acha pouco? Então multiplique isso por 7 bilhões de pessoas, que representa a estimativa da população mundial para 2011... É muito lixo, não é mesmo?
O problema é que grande parte desse lixo fica no meio ambiente sem receber tratamento adequado, provocando a poluição que pode durar por séculos, e acarreta vários problemas, como por exemplo: enchentes nas cidades pelo acúmulo de lixo nos bueiros, morte de plantas e animais aquáticos pela quantidade de lixo jogado nos rios e mares, poluição do solo, contaminando plantações, entre muitos outros problemas graves.

Tipos de Lixo 

O lixo produzido pelas pessoas em suas residências é chamado de domiciliar ;
O lixo gerado pelas lojas e demais atividades comerciais é chamado de comercial
O lixo de áreas de saúde, que é composto por seringas, vidros de remédios, algodão, gaze, órgãos humanos, etc.
O lixo da limpeza pública, composto por folhas em geral, galhos de árvores, papéis, plásticos, entulhos de construção, terras, animais mortos, madeiras e móveis danificados.
O lixo nuclear, proveniente de atividades que envolvem produtos radioativos, que também deve ter um destino específico para não contaminar o meio ambiente.

Destino do lixo
O destino mais utilizado para o lixo é o aterro sanitário.
 Até o momento há dois modos considerados mais adequados para o tratamento do lixo: as usinas de compostagem,  e a técnica da reciclagem.


(fonte: Guia dos Curiosos)

BOA VISTA - 122 ANOS

Nas semanas que antecederam o aniversário de Boa Vista assistimos em sala o documentário produzido pela Prefeitura do município sobre os 117 anos de nossa cidade. O documentário reune fatos históricos, poemas sobre a cidade, fotos de vários momentos, atividades culturais e econômicas e muitos depoimentos dos diversos moradores que fazem parte dos diversos povos  que vivem em nossa linda capital.

 Abaixo trecho do texto   produzido pelos alunos após o vídeo:

O vídeo fala sobre Boa Vista completando 117 anos, as pessoas tem orgulho de morar aqui porque tem várias oportunidades. Wllencrys

O vídeo mostra uma poesia do poeta Eliakim Rufino,mas o que encanta mesmo é ver as danças de Boa Vista como o arraial e o carnaval que são muito legais. Pedro 

Boa Vista é um lugar bom de se viver. Vitória

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ESTUDO SOBRE A SERRA DE TEPEQUEM

Na aula de hoje estamos estudando sobre um ponto turístico do nosso estado. A famosa Serra do Tepequém. Quem já visitou fala dos encantos do lugar. Quem ainda não teve a oportunidade como eu fica só na vontade.


Leia a reportagem do site:http://www.roraima-brasil.com.br/pt/roraima/pontos_turisticos/serra_do_tepequem/  

Serra do Tepequém

Serra do Tepequém
Serra do Tepequém


No caminho para a serra, a paisagem vai mudando a cada quilômetro rodado. O cerrado e os igarapés que lembram o Pantanal vão, aos poucos, cedendo lugar à mata fechada. A meio caminho entre a capital Boa Vista e o Tepequém está o Amajari, mais conhecido por Vila Brasil. Um bom retrato da maioria dos municípios de Roraima: dos sete mil moradores do município, só dois mil estão na vila.

Em meio a tanto verde, uma imagem da destruição em nome de um sonho: a terra lavada e a erosão são os resultados de quase oitenta anos de exploração do garimpo. Os diamantes ficaram raros, as máquinas foram levadas embora, mas os últimos garimpeiros resistem no Tepequém. Entre um serviço e outro nas fazendas, eles insistem na busca da pedra grande, viciados na perseguição da riqueza. Se a natureza esconde a pedra grande, oferece dádivas aos moradores e aos visitantes. Frutas dão como mato. Uma farmácia natural oferece cascas, raízes e folhas. Do murici, por exemplo, se extrai um suco refrescante; da sucuba, um "leite" que é antibiótico.
Depois da pausa, mais subida. Sempre a pé, por caminhos estreitos onde, nos anos 30 e 40, nos áureos tempos do garimpo, passavam os comboios de bois que levavam mercadorias para cerca de dez mil pessoas. Chegar ao topo do Tepequém cansa, mas compensa. Do alto do "chapéu grande" se vê, ao longe, outros morros menores. E aos pés do Tepequém o grande vale que um dia já foi cratera de vulcão. Milhões de anos depois, a natureza se recuperou das lavas e transformou a região numa imensa área verde.
Conhecer o Tepequém é reviver um pouco a história de Roraima, e apreciar um dos lugares mais deslumbrantes do Estado.